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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Sinto-me bem!



ouvimos uma música, e não sabemos porquê, nos faz sentir tão bem!...
e tu... és a minha música!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Que frio!


Está tanto frio que estou aqui à espera da minha amiga neve para brincar com ela!

domingo, 5 de julho de 2009

Férias!




Alguém me pode dizer porque é tão bom estar de Férias?
Será porque o sol nos convida mais vezes para ir passear com ele?
Será porque o vento nos refresca a cara e se enrosca nos nossos cabelos?
Será porque o mar nos faz cócegas nos pés e nos tempera com sal?

Acho que é porque temos mais tempo para abraçar o mundo e as pessoas de quem gostamos!



obrigado Lúcia e Luis!!

terça-feira, 16 de junho de 2009

Já passaram mil anos sobre o nosso encontro...



Numa noite em que o céu tinha um brilho mais forte
E em que o sono parecia disposto a não vir
Fui estender-me na praia sozinho ao relento
E ali longe do tempo acabei por dormir

Acordei com o toque suave de um beijo
E uma cara sardenta encheu-me o olhar
Ainda meio a sonhar perguntei-lhe quem era
Ela riu-se e disse baixinho: estrela do mar
Sou a estrela do mar

Só ele obedeço, só ele me conhece
Só ele sabe quem sou no principio e no fim
Só a ele sou fiel e é ele quem me protege
Quando alguém quer à força
Ser dono de mim

Não se era maior o desejo ou o espanto
Mas sei que por instantes deixei de pensar
Uma chama invisível incendiou-me o peito
Qualquer coisa impossível fez-me acreditar

Em silêncio trocámos segredos e abraços
Inscrevemos no espaço um novo alfabeto
Já passaram mil anos sobre o nosso encontro
Mas mil anos são poucos ou nada para a estrela do mar

Jorge Palma

sábado, 16 de maio de 2009

Dia Fadista!







Se uma gaivota viesse
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.

Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.

Se um português marinheiro,
dos sete mares andarilho,
fosse quem sabe o primeiro
a contar-me o que inventasse,
se um olhar de novo brilho
no meu olhar se enlaçasse.

Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.

Se ao dizer adeus à vida
as aves todas do céu,
me dessem na despedida
o teu olhar derradeiro,
esse olhar que era só teu,
amor que foste o primeiro.

Que perfeito coração
no meu peito morreria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde perfeito
bateu o meu coração.

Música: Alain Oulman
Letra: Alexandre O'Neill